Posts Tagged arte
video-arte: cubismo
Posted by Akio Watanabe in Vídeo on 17/05/2010
Letícia
Posted by Akio Watanabe in By Akio Watanabe, Imagem, Poesia on 25/01/2010

Letícia, faz-se perfeita a doce rima
Do teu belo nome com tua beleza.
Onde a formosura e alva pureza
Encontram-se num sorriso de menina.
Poético é o lume do teu olhar
Que brilha como estrelas chispantes
Sob teus cabelos negros e fragrantes
Como uma noite escura sem luar.
Teu inocente semblante angelical
É cristalino como um verso branco
Em traços de delicadeza virginal.
Enfim, a personificação da poesia
És tu esculpida por florais encantos
Que inspiram tantos sonhos e fantasias.
(Akio Watanabe)
Papel higiênico também é arte
Posted by Akio Watanabe in Design on 19/01/2010
Arte com códigos de barras
Posted by Akio Watanabe in Imagem on 22/10/2009
Um naufrágio quase esquecido
Posted by Akio Watanabe in Imagem, Japão, Poesia on 16/10/2009
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“Três vezes fui açoitado com varas,
uma vez fui apedrejado,
três vezes sofri naufrágio,
uma noite e um dia passei no abismo.”
(II Cor. 11:35)
“Conservando a fé, e a boa consciência,
rejeitando a qual alguns fizeram naufrágio na fé.”
(I Tim. 1:19)
Nuvens noturnas invadiam como bárbaros o anil firmamento. Eram como nubladas caravelas surgindo do nada devastando tudo. Como negras bandeiras anunciavam o terror. O sol fugira disfarçado de retirante crepuscular. Os raios do dia desapareceram como covardes diante à tirania dos ventos. Edificou-se o império da escuridão no monte do tempo.
As trevas se alastravam como epidemia engolindo a face do abismo. O mar ficou assustado. Os seus passos sem direção seguiam aqueles vórtices desesperados. Uma nau dançava nos braços das marés a valsa da tempestade. Era um concerto em dó maior regido pela fúria natural. Ao fundo no trêmulo horizonte a percussão dos trovões soava com rugidos sombrios. Ouviam-se solos agudos em estridente aflição e outros desafinando em graves agonias. Relâmpagos dissonantes entoavam a sinfonia da destruição.
Não havia mais navio sobre o calvário marítimo. Era apenas uma armação disforme sepultada lentamente pelo coveiro oceânico. Todos se agarravam à qualquer esperança resistindo ao nefasto presságio. Viam-se muitos se segurarem nos escombros da fatalidade.
Os olhos da tormenta encontravam todos na escuridão. Um casal, outrora, abraçara-se. Lascivos ficaram seus olhares num beijo nubente afogando-se na eternidade. Um avarendo afundava rapidamente junto com suas riquezas que não conseguia se desprender. Outra senhora presa às plumas da vaidade era levada na crista de uma onda demodé. As estrelas testemunhavam ao longe os atos da tragédia. Não se escutou, contudo, nenhum choro de criança. Os anjos, certamente, estavam velando o sono dos pequeninos. Em belos sonhos permaneceram dormindo… Nos turbilhões da confusão, um mancebo tinha em seu semblante a mansidão de águas tranquilas. Não correu, não fugiu, não se segurou na angústia dos acontecimentos. Dobrou os joelhos curvando-se em uma última oração. Sussurrante a sua prece silenciava os estrondos e traspassava as turvas brumas. Sabia que Alguém o ouvia e afagava o seu coração. Poderia assim descansar em paz.
As lágrimas daqueles que ficaram se misturavam ao salobre das praias numa amarga lembrança daqueles que partiram… Nenhum sobrevivente restou para uma lacônica descrição dessa história. Todos perderam suas vidas, muito poucos tiveram salvas as suas almas. Dentre tantos é mais um funesto episódio esquecido pela caduca memória… Nem ao menos recordado com saudade. É outro naufrágio desmentido pela manhã do dia seguinte como se tudo não acontecera…
(Akio Watanabe, ‘Santíssimo’)
Imagem & Mensagem
Posted by Akio Watanabe in By Akio Watanabe, Imagem, Mensagem on 29/09/2009
Viciado
Posted by Akio Watanabe in By Akio Watanabe, Imagem, Poesia on 01/09/2009

Desejo-te toda hora
Penso em ti a cada instante
Quero-te agora
Num beijo delirante
És tu quem me alucina
Com volúpia entorpecente
Excitando minhas adrenalinas
Com fantasias dementes
Teu perfume cheira gostoso
Adormecendo os meus sentidos
Com prazeres e gozos
Mas não estou apaixonado
Talvez por ti perdido,
Louco, insano e viciado
(Akio Watanabe, ‘Omnia Vincit Amor’)
E se… os artistas de ontem fossem os designers de hoje?!
Posted by Akio Watanabe in Design on 01/09/2009


Já imaginou se os artistas de ontem fossem os designers de hoje? Imagine Michelangelo, Mondriaan e Warhol utilizando as paletas de cores e filtros do Photoshop ou os recursos de um Autocad?! Então, ‘viaje’ nessa imaginação clicando Aki ó.
Fonte: (Smashing Magazine)
Tipografia ou arte?!
Posted by Akio Watanabe in Design on 31/08/2009
Dizem que ‘escrever é uma arte’. Mas, e a tipografia pode ser considerada como arte? A forma dando fôrma. A sublimação do sintagma e do significante. Onde as fontes são na verdade fontes de inspiração.
Veja e aprecie estas 21 artes tipográficas selecionadas:




















Fonte: (FFFFound.com)
Vassalagem
Posted by Akio Watanabe in By Akio Watanabe, Imagem, Poesia on 28/08/2009

Senhora, se te amar é sofrer
Sofro desde o momento que te vi
Pois já não consigo viver
Se não for junto de ti
Um vassalo apaixonado -
Sim, é o que sou
Não tenho gado nem arado
Mas posso te dar amor
Se é pouco, talvez
Se é muito, não sei
E é tudo que posso te dar
Não quero teus castelos
Só desejo teus cabelos
E a possibilidade de te amar.
(Akio Watanabe, ‘Omnia Vincit Amor’)













